Coisas estranhas e mortais que foram criadas pelo mundo da moda


1. A crinolina
A crinolina é uma saia feita com aros de metal que as mulheres usavam no século 19 debaixo das saias reais. A peça era feita de crina ou de aço e o propósito do aparelho era fazer com que a saia ficasse uniforme. A crinolina de aço era realmente mortal. Devido ao seu design, as mulheres ficavam bastante suscetíveis a rajadas de vento. Há contos de mulheres que foram arrastadas e levadas para o mar, onde elas prontamente se afogaram devido a ‘gaiola de aço’ amarrada à cintura.
As saias se prendiam nos raios de carruagens e faziam com que mulheres fossem arrastadas gritando pela rua. Em seguida, houve os perigos menos óbvios, como derrubar velas. Se a saia pegasse fogo, até que ela pudesse ser retirada, algo trágico já teria acontecido. Em 1863, em Santiago, Chile, entre 2000 e 3000 pessoas morreram em um incêndio numa igreja.
Quando uma lâmpada de gás incendiou os véus nas paredes, as pessoas tentaram correr para fora, mas a largura das saias das mulheres bloqueou a porta e fez com que as pessoas morressem queimadas.


2. O espartilho
O espartilho simplesmente podia cortar, bastante, a circulação entre as pernas e a cabeça das mulheres. A rainha da Noruega era famosa por sua cintura muito pequena e muitos de seus vestidos ainda são expostas para que todos possam ver a sua beleza e esquisitice.
O ato de vestir um espartilho não chegou a se tornar verdadeiramente perigoso até que as pessoas começaram a lacear as peças ao ponto que suas entranhas ficavam espremidas como um tubo de pasta de dente. Não é novidade que o objeto não ajuda as pessoas a respirar muito bem. Com o seu fígado em sua garganta e seus pulmões em suas barrigas, as mulheres vitorianas inventaram “os seios arfando.” O simples ato de respirar pode quebrar uma costela (uma lesão grave nos dias antes da anestesia) e causar hemorragia interna.


3. Fontange
Na Inglaterra, o estilo era popularmente conhecido como um “topete”. Existiam diversas versões que foram usados ​​por senhoras de todas as categorias, desde a rainha até empregadas e cozinheiras. O fontange foi nomeado em homenagem  a Marquise de fontange, uma amante do rei Luís XIV da França.
O que começou como uma simples touca de fita dobrada na década de 1680 tornou-se, com adicional de tecido, rendas e passamanarias, mais alto, mais complexo e cada vez mais difícil de criar e usar. O perigo do penteado era que ele era apoiado por uma estrutura de arame chamado de “pallisade”, que causava acidentes.

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Fonte: Ultra Curioso

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